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	<title>Clinica Selles Guaratinguetá  - Psiquiatria - Neurologia - Psicologia &#187; suicídio no brasil</title>
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	<description>Clinica Selles Guaratinguetá  - Psiquiatria - Neurologia - Psicologia</description>
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		<title>Família e diálogo são peças chave na prevenção ao suicídio</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Oct 2017 09:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clinica Selles]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reunindo estudantes, profissionais de várias áreas e muita gente consciente e inteligente, a roda de conversa sobre suicídio, realizada no auditório do Senac de Guaratinguetá, no último dia 30 de setembro, foi um sucesso. Com sete profissionais de renome nas áreas de psiquiatria e psicologia na bancada, o tema foi aberto ao debate, com partilhas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Reunindo estudantes, profissionais de várias áreas e muita gente consciente e inteligente, a roda de conversa sobre suicídio, realizada no auditório do Senac de Guaratinguetá, no último dia 30 de setembro, foi um sucesso.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Equipe-clinica-selles-setembro-amarelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4196" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Equipe-clinica-selles-setembro-amarelo.jpg" alt="Equipe-clinica-selles-setembro-amarelo" width="480" height="270" /></a><br />
Com sete profissionais de renome nas áreas de psiquiatria e psicologia na bancada, o tema foi aberto ao debate, com partilhas e questionamentos totalmente sintonizados no principal meio de prevenção ao problema: a fala.</p>
<blockquote><p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/tag-campanha-suicidio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4197" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/tag-campanha-suicidio.jpg" alt="tag-campanha-suicidio" width="480" height="360" /></a><br />
<span style="color: #339966;">“A fala leva à comunicação, transmite conhecimento entre gerações, e, através da fala amadurecemos enquanto pessoa e sujeito”</span></p></blockquote>
<p>segundo Aidê Fernandes, psiquiatra (Itajubá &#8211; MG). Falar sobre o tema suicídio é fundamental, como uma forma de abrir perspectivas para que as pessoas em sofrimento possam buscar ajuda.</p>
<p>Neste post, mostraremos alguns pontos de vista apresentados ao longo do evento, enfatizando que o silêncio, quando alguns sinais se apresentam, apenas pioram os males que afligem a humanidade, como o suicídio.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/psicologos-em-defesa-da-vida.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4200" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/psicologos-em-defesa-da-vida.jpg" alt="psicologos-em-defesa-da-vida" width="480" height="325" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Abra os ouvidos</strong></p>
<p>A psicóloga Vera Guio iniciou a reflexão demonstrando a importância de ouvir as pessoas que têm alto risco de cometerem o suicídio. Segundo ela, a educação é primordial tanto no processo de autoconhecimento quanto na hora de estender ajuda a alguém que esteja sofrendo.</p>
<blockquote><p><span style="color: #339966;">“Conversando a gente vai além. Podemos sentir o que está acontecendo. Abrir os ouvidos é o começo e a reflexão contribui muito com isso”.</span></p></blockquote>
<p>Já o psiquiatra Luis Arenales fez uma análise referente às medidas preventivas, já que 17% dos brasileiros já pensaram em suicídio em algum momento da vida. Por quê? “Em razão do sofrimento, além da dor psíquica existente nas pessoas. Desesperança. Desconexão com o futuro e também em razão de transtornos psiquiátricos, como a depressão, sem falar do abuso de álcool e outras drogas”, refletiu o médico.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Conversar-melhor-solucao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4201" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Conversar-melhor-solucao.jpg" alt="Conversar-melhor-solucao" width="480" height="360" /></a></p>
<p><strong>Perceba os sinais</strong></p>
<p>Diante de uma sociedade totalmente envolvida com a tecnologia, onde as relações humanas se restringem a toques nas telas dos celulares, a psicóloga Cláudia Caltabiano trouxe ao debate um questionamento sobre a falta de olhar existente na atualidade entre as pessoas.</p>
<p>Falta tempo para os cidadãos interpretarem os sinais dos sentimentos, das emoções, enfim, do suicídio. “Muitas vezes, os sinais suicidas não são percebidos. Cada um tem a sua dor, mas a sociedade se expressa muito pouco. Falta uma visão macro. Por isso, a família tem uma influência importantíssima no processo preventivo, já que é preciso saber onde os jovens estão indo, com quem falam nas redes sociais, quais seus desejos, dificuldades, enfim, o diálogo tem que acontecer”, disse Cláudia.</p>
<div id="attachment_4202" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/secretaria-debate-suicidio.jpg"><img class="wp-image-4202 size-full" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/10/secretaria-debate-suicidio.jpg" alt="secretaria-debate-suicidio" width="480" height="316" /></a><p class="wp-caption-text">A participação da Clinica Selles na Campanha de Prevenção ao Suicídio &#8211; Setembro Amarelo</p></div>
<p>Por outro lado, a psiquiatra Taísa Machado contribuiu ao relatar os inúmeros casos de suicídio envolvendo os idosos. Trata-se de um grupo preocupante em razão de apresentar os maiores índices de retirada da própria vida. O que explica? “Existe a dificuldade de prevenção, já que geralmente moram sozinhos, apresentam patologias graves, muitos estão sozinhos, enfim, a solidão é um problema. Também existem as perdas acumuladas ao longo dos anos”, afirmou a psiquiatra.</p>
<p>Mais uma vez, o acolhimento e as partilhas são os melhores meios preventivos. Para o psiquiatra Antônio Oliveira, o suicídio só pode ser combatido por meio da informação, educação e distribuição do conhecimento.</p>
<blockquote><p><span style="color: #339966;">“Terapias, tratamentos diversos, como grupos de ajuda mútua, diálogos na família são fundamentais para manter o mal afastado”</span></p></blockquote>
<p>Fechando as explanações antes dos questionamentos da plateia, a psicóloga Joviane Maia enfatizou a importância da constante busca pela empatia, principalmente dentro do ambiente familiar. Afinal, de acordo com ela, existe uma dificuldade entre as pessoas mais próximas de se criar vínculos afetivos, reduzindo as redes de apoio.</p>
<blockquote><p><span style="color: #339966;">“Com isso, o sofrimento e angústia crescem em razão da individualidade. De uma maneira geral, o combate ao suicídio necessita de vários pontos, como ajuda, participação, acolhimento, aceitação, compreensão, reconstrução, cuidado, além das pessoas não subestimarem nem precipitarem decisões. Isso porque a sociedade atual gera sofrimentos. É preciso falar do assunto, já que a morte nem sempre é um tema convidativo”, concluiu.</span></p></blockquote>
<hr />
<p>E você, quer participar dos próximos eventos da Clínica Selles? Então entre em contato com a gente agora mesmo!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entenda o Setembro Amarelo &#8211; Campanha de prevenção ao suicídio</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 16:07:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o setembro amarelo começou no Brasil em 2015, dado a necessidade urgente de conscientização da população sobre os fatores que levam uma pessoa a tirar a própria vida. O dia mundial de prevenção ao suicídio foi]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), <a href="http://www.setembroamarelo.org.br/o-suicidio/">o setembro amarelo</a> começou no Brasil em 2015, dado a necessidade urgente de conscientização da população sobre os fatores que levam uma pessoa a tirar a própria vida. O dia mundial de prevenção ao suicídio foi estabelecido para acontecer em todos 10 de setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Como estão as taxas de suicídio no mundo e no Brasil?</b></p>
<p>Somente no Brasil, cerca de 32 pessoas se matam por dia, um problema que faz mais vítimas do que a Aids e alguns tipos de câncer. No mundo, 800 mil pessoas se suicidam por ano, uma pessoa a cada 40 segundos.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/taxa-suicidio.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4182" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/taxa-suicidio-540x280.jpg" alt="taxa-suicidio" width="540" height="280" /></a></p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), nove em cada dez casos poderiam ser evitados por meio de tratamento, diálogo e auxílio de entidades protetoras. É de nosso conhecimento que quase 100% das mortes por suicídio estão associadas a algum transtorno mental, principalmente à depressão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Quais são os riscos que levam uma pessoa ao suicídio? </b></p>
<p>Uma tentativa prévia de suicídio é o principal fator a uma nova tentativa. A doença psiquiátrica também é risco. Entre estas doenças, a depressão e o uso de drogas, como o álcool, são as principais doenças. As patologias clinicas, como doenças degenerativas e câncer, e o próprio <a href="http://clinicaselles.com.br/informativo-selles/suicidio-entre-idosos-e-preocupante">envelhecimento</a> também levam a pessoa a pensar no suicídio como saída.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/depressao.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4183" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/depressao-540x280.jpg" alt="depressao" width="540" height="280" /></a></p>
<p>Atualmente, o índice de mortes também vem <a href="http://clinicaselles.com.br/curiosidades/ferramentas-para-o-combate-do-suicidio-entre-jovens">aumentando entre os jovens</a>, situação que preocupa as autoridades de saúde pública e que exige maior participação de todos nós. O envolvimento começa compartilhando mais informações e quebrando muitos tabus em relação ao tema suicídio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Prevenção é a chave para evitar o problema </b></p>
<p>Assim como a cor vermelha faz menção à campanha de luta contra à Aids em dezembro, rosa ao outubro, quando é o câncer de mama que está em pauta e azul a novembro, em referência ao câncer de próstata, setembro ganhou o amarelo das flores e <a href="http://www.aidefernandes.com.br/noticiasdetalis/164/Sol-de-primavera,-setembro-amarelo-e-a-licao-a-ser-aprendida">sol da primavera.</a></p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/yellow-september.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4184" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/yellow-september-540x280.jpg" alt="yellow-september" width="540" height="280" /></a></p>
<p>A ideia da campanha é estimular o debate em torno do tema. Afinal, o suicídio é um assunto tabu na sociedade e ainda é pouco discutido, apesar dos dados alarmantes. Inicialmente o dia foi criado em 2003 pela <a href="https://www.iasp.info/">Associação Internacional pela Prevenção do Suicídio</a>, com o objetivo de conscientizar à população.</p>
<p>De lá para cá, houve a adesão de inúmeros países e instituições, com várias abordagens proativas, como vem sendo feito também pela Clínica Selles, que organiza debates e dias de reflexões para motivar os grupos de risco a buscar ajuda, não só com especialistas, mas também dentro da família e com amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Tem monstros debaixo da minha cama</b></p>
<p>Qual a melhor ajuda quando uma criança grita: &#8211; Mãe tem um monstro debaixo da minha cama! Algumas situações conhecidas são: Dizer que eles não existem, travar uma briga de ‘faz de conta’ e retirar o monstro da casa jogando pela janela, deixar a luz acesa para que não voltem, entre outras saídas sem êxito. Eles sempre voltam. A alternativa mais eficaz talvez fosse uma simples pergunta: &#8211; Você já conversou com eles hoje? Perguntou o que ele deseja? Sabe qual o tamanho dele?</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/monster_under.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4185" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/monster_under-540x280.jpg" alt="monster_under" width="540" height="280" /></a></p>
<p>Conversar com esses <i>monstros</i>, entendê-los e saber o que desejam nos contar faz com que eles saiam do escuro e iluminem nossas vidas. Vamos imaginar que o monstro agora é o suicídio e quanto mais o deixamos escondido no escuro, sem falar sobre ele, mais ele cresce. O caminho é conhecê-lo para poder entender o que quer nos dizer. Bora tentar?</p>
<p>Talvez seja impossível prever quando ou como uma pessoa se suicidará de fato, mas sim, é possível ser prevenido. O tema tem sido tabu por um longo tempo, e não<b> </b>falar de um problema não faz com que ele desapareça, por isso precisamos falar sobre a morte, sobre o suicídio, sobre sofrimento, esses são os <i>monstros</i> que podem estar debaixo da cama.</p>
<p>O diálogo é uma via de amor e compaixão, vale a pena incentivar quem está se sentindo sozinho com seu sofrimento a buscar um auxílio, como o realizado pelo <a href="https://www.cvv.org.br/">Centro de Valorização da Vida</a>, onde há chats e linhas de ajuda 24 horas todos os dias.</p>
<p>Além disso, a conscientização contribui para a diminuição do número de casos, mais pessoas estarão atentas aos sinais de sofrimento que levam ao suicídio. Portanto, busque e compartilhe informações, participe de debates e não deixe de lado quem você ama e quem necessita de ajuda.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/postagem-impulsionamento-fb_clínica-selles.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4186" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/09/postagem-impulsionamento-fb_clínica-selles-540x280.jpg" alt="postagem-impulsionamento-fb_clínica-selles" width="540" height="280" /></a></p>
<p>A <a href="https://www.facebook.com/ClinicaSelles/?fref=ts">Clínica Selles</a> reafirma seu compromisso em promover reflexões que contribuam para o esclarecimento e redução de tabus em relação ao suicídio com uma roda de conversa neste sábado, dia 30 de setembro, das 9h30 às 12h30, no Senac de Guaratinguetá. A entrada é gratuita, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=w4-icGQ9c-Q">participe com a gente</a> e ajude a mudar o rumo de tantas notícias ruins que afligem milhões de pessoas ao redor do mundo. Afinal, falar é a melhor solução!</p>
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		<title>Ferramentas para o combate do suicídio entre  jovens</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 01:10:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SUICÍDIO é a segunda principal causa de mortes no mundo entre os jovens de 15 a 29 anos, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), portanto se trata de um assunto que não pode ser encarado como tabu, pois sua presença é marcante, com escalas alarmantes entre a população mais jovem. O Mapa]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SUICÍDIO é a segunda principal causa de mortes no mundo entre os jovens de 15 a 29 anos, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), portanto se trata de um assunto que não pode ser encarado como tabu, pois sua presença é marcante, com escalas alarmantes entre a população mais jovem.</p>
<p>O<a href="http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2014/Mapa2014_JovensBrasil_Preliminar.pdf"> Mapa da Violência de 2014</a> mostra que houve um aumento de 15,3% dos casos de suicídios no Brasil entre jovens e adolescentes de 2002 a 2012. Por aqui, este tipo de morte só perde para os acidentes automobilísticos e homicídios, sendo uma verdadeira epidemia social.</p>
<p>Entre as causas conhecidas estão os transtornos psicológicos, como a depressão, o abuso do álcool e outras drogas, exposição à violência, abuso sexual, conflitos familiares, história de suicídio na família e outras experiências estressoras como por exemplo, perda ou luto de entes queridos. No entanto, os especialistas são unânimes ao afirmar que em sua maioria havia um histórico de depressão, além de 10 a 20 tentativas antes de colocar fim a própria vida.</p>
<p>Tendo em vista a gravidade da situação &#8211; <strong>mais de 20 pessoas se suicidam por dia no Brasil</strong> &#8211; a Clínica Selles está promovendo uma série de discussões sobre a depressão, pegando o gancho da OMS na campanha <em>let’s talk?</em> – vamos conversar?</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/04/OMS-depressao-vamos-conversar.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4059" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/04/OMS-depressao-vamos-conversar-540x280.jpg" alt="Depressão: Vamos conversar?" width="540" height="280" /></a></p>
<p><strong>Depressão X suicídio: uma realidade cada vez mais comum </strong></p>
<p>Jovens que se suicidam trazem na bagagem um histórico depressivo. Por isso, a família precisa ficar atenta a alguns sinais que vão muito além da fase de “rebeldia”.</p>
<p>É preciso buscar o diálogo sem pressões ou cobranças que possam causar revoltas ou reforçar um distanciamento, trata-se de uma fase de grandes mudanças fisiológicas e emocionais.</p>
<p>Alerta redobrado caso já tenha em seu histórico alguma tentativa de suicídio, fator que aumenta sua vulnerabilidade. Esse é um sinal de que o jovem necessita de ajuda profissional e o papel da família é de grande importância.</p>
<p>Em relação ao gênero, as tentativas de suicídio são mais frequentes em meninas, porém, o suicídio consumado é maior em meninos, pois eles utilizam-se de meios mais agressivos em suas tentativas.</p>
<p><strong>Vazio existencial</strong></p>
<p>Além disso, muitos jovens estão alheios ao sentimento de pertencimento, com um vazio relacionado aos vínculos afetivos. Com isso, a solidão tem se tornado uma companheira no sentido de desamparo e pensamentos autodestrutivos.</p>
<p>Como o suicídio é uma morte que pode ser evitada, é preciso colocar o tema em destaque na sociedade, abrindo o diálogo de uma maneira transparente e real. Quanto mais conscientização houver, maior a probabilidade de redução do número de casos.</p>
<p>Afinal, os países que desenvolveram políticas de combate ao problema, de 1990 para cá, conseguiram reduzir o número de casos, principalmente por meio da disseminação da informação, ou seja, o debate é uma boa alternativa de combate tanto contra o suicídio quanto a depressão.</p>
<p>Como diz a psiquiatra Alexandrina Meleiro, coordenadora da Comissão de Estudos e Prevenção ao Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria, “é possível buscar tratamento antes de chegar a uma consequência tão desastrosa”. Portanto, nunca é tarde para recomeçar!</p>
<p>E você, ficou com alguma dúvida após ler este artigo? Deixe aqui o seu comentário e participe também deste debate!</p>
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