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	<title>Clinica Selles Guaratinguetá  - Psiquiatria - Neurologia - Psicologia &#187; tolerância</title>
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	<description>Clinica Selles Guaratinguetá  - Psiquiatria - Neurologia - Psicologia</description>
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		<title>Esgotamento no trabalho. Conheça a Síndrome de Burnout</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2018 19:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clinica Selles]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o nível de competitividade cada vez mais acirrado na sociedade, tanto nas profissões quanto na vida pessoal, novas doenças vão surgindo em razão do sistema que impõe uma espécie de corrida contra o tempo. Entre elas, está a Síndrome de Burnout, também conhecida como a síndrome de esgotamento. Você já ouviu falar? Conhece os]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o nível de competitividade cada vez mais acirrado na sociedade, tanto nas profissões quanto na vida pessoal, novas doenças vão surgindo em razão do sistema que impõe uma espécie de corrida contra o tempo.</p>
<p>Entre elas, está a <em>Síndrome de Burnout</em>, também conhecida como a síndrome de esgotamento. Você já ouviu falar? Conhece os sintomas? Sabe como enfrentar o problema? Então venha conosco e fique por dentro do assunto!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Descubra o que é a Síndrome de Esgotamento</strong></p>
<p>As constantes pressões no mercado de trabalho estão refletindo na saúde psíquica dos colaboradores de inúmeras empresas mundo afora. Exaustão, cansaço físico e emocional acabam impactando negativamente na produtividade, fazendo com que grandes talentos percam o estímulo para continuarem suas atividades laborais.</p>
<p>Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde desde 1974 como uma doença ocupacional, a síndrome é explicada por um estado de tensão emocional e estresse crônico provocados por condições de trabalho desgastantes.</p>
<p>Assim, o indivíduo sente-se esgotado, sem motivação e totalmente entediado. Além dos fatores profissionais, existem também explicações pessoais, como idealismo em relação à profissão, impaciência, perfeccionismo, necessidade de estar sempre no controle e dificuldade em delegar tarefas ou trabalhar em grupo.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=uHlfnV1DhM4">filósofo Luiz Felipe Pondé</a>, o fenômeno atinge todas as faixas etárias, mas tem mostrado as garras principalmente para quem está em idade produtiva. Os jovens são as principais vítimas. “Temos visto atualmente uma quantidade enorme de jovens que estão tomando ansiolíticos. Trata-se da geração mais triste que já teve. É a chamada tirania da felicidade”, disse o filósofo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja como a síndrome do esgotamento se manifesta </strong></p>
<p>Como os sinais da síndrome são bem similares aos da depressão, somente um profissional especializado, psiquiatra ou psicólogo, poderá realizar um diagnóstico correto. Entre os sintomas, podemos citar o sentimento de fracasso e incapacidade, irritabilidade, mudanças corriqueiras de humor, ansiedade, pessimismo constante, baixa autoestima e perda da motivação.</p>
<p>Além disso, existem os aspectos comportamentais, como a fuga das responsabilidades, procrastinação, ausência no trabalho, problemas de concentração, uso de drogas, bebidas alcoólicas ou comida em excesso. Existem ainda os fatores físicos, como dor de cabeça, cansaço, insônia, pressão alta, dores musculares ou distúrbios gastrointestinais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conheça meios para combater o problema</strong></p>
<p>O combate à <em>Síndrome de</em> Burnout é exatamente o inverso de suas causas, ou seja, é preciso valorizar o tempo de uma maneira agradável, conhecendo as limitações profissionais e pessoais. Afinal, ninguém é perfeito. Nem tudo vai dar certo em nossas vidas.</p>
<p>Acredite e tenha segurança sobre sua capacidade em realizar um trabalho. Não adianta querer ser o melhor em sua área da noite para o dia. É mais provável que alguma etapa de um projeto apresente erros se você ficar em uma corrida maluca contra o tempo.</p>
<p>É preciso pausar um pouco. Experimente diminuindo horas de trabalho, aumentando o convívio com amigos e familiares. Não esqueça que a prática de atividades físicas é um excelente método de enfrentamento, pois ajuda melhorar o humor e ainda traz mais motivação para o dia a dia.</p>
<p>Quando conseguimos fazer uma pausa, ou mudar o foco, podemos perceber novas possibilidades. Invista na contínua formação e seja cauteloso quanto aos gastos. Afinal, a busca pelo equilíbrio exige disciplina, comprometimento e muitas economias de atitudes superficiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E você, já se sentiu exausto emocionalmente falando? Conhece os trabalhos desenvolvidos na Clínica Selles? Então <a href="http://clinicaselles.com.br/contato">entre em contato com a gente</a> agora mesmo!</p>
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		<title>Conheça os filmes que serão exibidos no Cine Selles ao longo do segundo semestre</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 20:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clinica Selles]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cine Selles vai abordar o tema “Tolerância”. Discutiremos este assunto até o fim do semestre, com quatro filmes que estarão sendo exibidos em toda última quinta-feira de cada mês, começando no próximo dia 31 de agosto, a partir das 18h. Estes filmes funcionam como ilustração para a discussão desse interessante tema. Após a exibição]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Cine Selles vai abordar o tema “Tolerância”. Discutiremos este assunto até o fim do semestre, com quatro filmes que estarão sendo exibidos em toda última quinta-feira de cada mês, começando no próximo dia 31 de agosto, a partir das 18h. Estes filmes funcionam como ilustração para a discussão desse interessante tema.</p>
<p>Após a exibição do filme, ocorre um debate, que traz reflexões em torno de cada trama. Afinal, o cinema é uma complexa expressão da arte que ajuda a rever a nossa condição neste mundo, refletir, e até mesmo dirigir nossos caminhos. Além disso, <a href="http://clinicaselles.com.br/curiosidades/como-o-cinema-pode-auxiliar-no-tratamento-psicologico">o cinema desvenda traumas</a>, projeta uma luz no nosso mundo interno, aclara questões de vida, conflitos e até mesmo problemas que carregamos no dia a dia. Enfim, abre horizontes para o autoconhecimento.</p>
<p>Com entrada gratuita, o Cine Selles é uma iniciativa que vem conquistando diversos espectadores nos últimos meses, principalmente em razão das escolhas criteriosas das obras, sempre com temas pertinentes e que tocam na sensibilidade humana.</p>
<p>Continue lendo este post e conheça os filmes que estarão em cartaz até novembro na Clínica Selles!<b> </b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>1.Os inocentes (Agnus Dei)      </b></p>
<div id="attachment_4152" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Os-inocentes.png"><img class="wp-image-4152 size-blog-post-thumb" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Os-inocentes-540x280.png" alt="Os-inocentes" width="540" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme Os inocentes</p></div>
<p>Trata-se do filme que abrirá o Cine Selles deste segundo semestre, questionando até onde podemos chegar com nossa tolerância. Em latim <a href="http://www.cafecomfilme.com.br/filmes/agnus-dei">Agnus Dei</a> significa “Cordeiro de Deus”.</p>
<p>A obra, baseada em fatos reais, descreve a história de freiras que são violentadas por soldados russos, na ocupação da Polônia na Segunda Guerra Mundial. O filme mostra uma esquecida faceta humana nas Guerras: o respeito ao outro.</p>
<p>Mas, até que ponto as pessoas devem ser tolerantes, principalmente quando o assunto é o estupro? Vazio, impotência, sensação de injustiça. Eis algumas revelações que nortearão as cenas e certamente o debate em cima deste filme francês e polonês lançado em 2016, com direção de Anne Fontaine.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2. Billy Elliot </b></p>
<div id="attachment_4153" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/billy-elliot.jpg"><img class="size-blog-post-thumb wp-image-4153" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/billy-elliot-540x280.jpg" alt="Cena do filme Billy Elliot" width="540" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme Billy Elliot</p></div>
<p>Um drama com cara de comédia lançado em 2000 pelo diretor Stephen Dalry. Conta a história de um menino de 11 anos que reside em uma pequena cidade inglesa, onde o principal meio de sustento são as minas de carvão.</p>
<p>Apesar do pai fazer de tudo para que Billy treine boxe, o que fascina o garoto é o balé, ou seja, <a href="http://fluffy.com.br/resenha-do-filme-billy-elliot/">a obra</a> faz um convite à reflexão sobre a tolerância de gênero.</p>
<p>Mesmo passados 17 anos, o filme continua atual e certamente abrirá um debate polêmico e plugado em várias situações que atingem milhares de famílias mundo afora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3. O Calvário</b></p>
<div id="attachment_4154" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/calvary.jpg"><img class="size-blog-post-thumb wp-image-4154" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/calvary-510x280.jpg" alt="Cena do filme O calvário" width="510" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme O calvário</p></div>
<p>Eleito o melhor filme irlandês de 2014, <a href="http://cinema10.com.br/filme/calvario">“O Calvário”</a> revela a angústia que atinge um padre após uma confissão de um fiel, que promete matar o autor de abusos sofridos em sua infância.</p>
<p>Aborda a tolerância sem medida e objetivo. O que fará o padre diante da situação? Um convite para você não perder esta sessão do Cine Selles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>4. Meu nome é Khan</b></p>
<div id="attachment_4155" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu-nome-khan.jpg"><img class="size-blog-post-thumb wp-image-4155" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu-nome-khan-540x280.jpg" alt="Cena do filme Meu nome é Khan" width="540" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme Meu nome é Khan</p></div>
<p>É um <a href="http://www.cinedica.com.br/Filme-Meu-Nome-E-Khan-17767.php">filme indiano</a> que leva o espectador a pensar sobre os limites da tolerância de raças e ideologias.</p>
<p>Após se mudar da Índia para os Estados Unidos, um jovem muçulmano começa a sofrer preconceito após os atentados de 11 de setembro, apesar de viver tranquilamente com uma norte-americana.</p>
<p>A obra ainda mostra detalhes sobre a Síndrome de Asperger, atualmente entendida como Autismo leve, em razão do ator principal ser portador da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como você observou neste post, o Cine Selles deste semestre está com assuntos enriquecedores, alinhados com a temática da tolerância.</p>
<p>Não deixe de reservar espaço em sua agenda: os filmes são exibidos na última quinta-feira de cada mês. Portanto, dias 31 de agosto, 28 de setembro, 26 de outubro e 30 de novembro, seguindo a ordem acima.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tolerância no trânsito, é possível?</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Aug 2017 10:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clinica Selles]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motorista que não deu a mínima para a faixa de pedestres? Banho ao passar do lado de uma poça d’água? Quem nunca experimentou? Motoristas em ação: gritos, palavras de baixo calão, agressões físicas, desrespeito ao ser humano e à legislação são rotina. Diante de um trânsito cada vez mais caótico, uma pergunta necessita ser feita:]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Motorista que não deu a mínima para a faixa de pedestres? Banho ao passar do lado de uma poça d’água? Quem nunca experimentou? Motoristas em ação: gritos, palavras de baixo calão, agressões físicas, desrespeito ao ser humano e à legislação são rotina.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/driver.jpg"><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4142" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/driver-540x280.jpg" alt="Motorista nervoso" width="540" height="280" /></a></p>
<p>Diante de um trânsito cada vez mais caótico, uma pergunta necessita ser feita: é possível praticar a tolerância neste mundo de “agressividade automobilística”?</p>
<p>Pois é exatamente para responder a esta questão que elaboramos este post! Venha com a gente que vamos falar da possibilidade de um trânsito mais agradável!</p>
<p><b>Descubra os benefícios ao praticar a tolerância no trânsito  </b></p>
<p>Vivemos em uma realidade marcada por constantes pressões. Seja no trabalho, na família, no lazer, no dia a dia, enfim, viver em grupos urbanos faz com que enfrentemos filas nos bancos, no supermercado, na padaria, na entrada da balada, no banheiro do parque, na entrada da escola, etc. Alguém pensou em paciência para essa convivência?</p>
<p>Se saímos, muitas vezes de casa <i>pilhados,</i> imagine o que vai acontecer se logo no primeiro semáforo nos irritarmos com um motorista que acabou de tirar a CNH? O dia certamente não será bom. Além disso, vamos lembrar daquela história do nível de estresse – quando ele aumenta pode causar muitas doenças psíquicas ou reforçar maus hábitos, como o tabagismo ou o consumo em excesso do álcool.</p>
<p>Portanto, <a href="http://clinicaselles.com.br/curiosidades/sera-que-estamos-contribuindo-para-a-melhoria-do-mundo">para viver melhor,</a> não basta apenas praticar atividades físicas e ter uma alimentação balanceada. É preciso vivenciar a tolerância, principalmente no trânsito, onde os nervos geralmente estão à flor da pele.</p>
<p><img class="aligncenter size-blog-post-thumb wp-image-4143" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/motorista-feliz-540x280.jpg" alt="motorista-feliz" width="540" height="280" /></p>
<p>Dessa maneira, certamente sua vida fluirá em um ritmo bem mais tranquilo, abrindo espaço na mente para novas ideias e contribuindo para seu bem-estar.</p>
<p><b>Veja como evitar a intolerância    </b></p>
<p>Cada motorista traz características muito ligadas com sua personalidade. Existem os agressivos, o professor, o intimidador, o sabichão, o competidor, ou seja, nesta estrada de inúmeras opções vale a pena escolher o paciente.</p>
<p>Afinal, ficar gritando para um carro andar mais rápido ou para abrir espaço em uma ultrapassagem não vai resolver a situação. Buzinar demasiadamente pode fazer com que o condutor a sua frente dificulte ainda mais a sua vida.</p>
<p><a href="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/motorista-enfurecido.jpg"><img class="aligncenter wp-image-4144 size-full" src="http://clinicaselles.com.br/wp-content/uploads/2017/08/motorista-enfurecido.jpg" alt="motorista-enfurecido" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Aliás, quem provoca os outros e quer resolver situações de conflitos na lei do mais forte enfrenta muitas vezes perdas judiciais, tendo prejuízos incalculáveis. Infelizmente, há ainda os dados alarmantes de pessoas que morrem em discussões no trânsito em razão de ferimentos <a href="http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/cada-hora-cinco-pessoas-sao-mortas-por-armas-de-fogo-no-brasil.html">por armas de fogo</a>.</p>
<p>Por isso, para evitar constrangimentos e mais dores de cabeça, busque sempre o diálogo, o bom senso e o entendimento das particularidades de cada um. Quanto mais tolerante você for no trânsito, menos tensão terá na sua vida.</p>
<p>Afinal, será que um minutinho de espera para que um pedestre atravesse a rua influenciará na rotina do seu dia? Ou fazer o carro voar quando é preciso aguardar quem está na sua frente em um congestionamento? Ou seja, a flexibilidade é uma palavra que deve sempre andar dentro do seu carro.</p>
<p>Uma boa dica é aproveitar para escutar uma boa música, pensar, ou conversar, faça da tecnologia uma aliada nos momentos de tensão. O importante é resgatar o sentido humano perdido em um mundo contraditório, caótico e perturbador <a href="http://meusite.mackenzie.br/professor_cucci/textoV.pdf">como propõe Julio Cortazar em &#8220;A autoestrada do sul&#8221;</a>, primeiro conto do livro <i>Todos os Fogos o Fogo</i> (1966).</p>
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<p>&nbsp;</p>
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